A apuração de supostas irregularidades no concurso para agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) será conduzida pelo Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro. Ontem (22), representantes da MPF, da PRF e da organizadora Funrio participaram de uma reunião da sede da Procuradoria da República, na capital fluminense.
Uma das razões para o encontro é um vídeo que mostra uma confusão envolvendo candidatos que fariam a prova em uma sala da aula da Universidade Gama Filho. Por meio de nota enviada ao blog, a organizadora Funrio afirma que o tumulto teria sido causado por um grupo de 40 candidatos que chegou ao local de prova a cinco minutos do fechamento dos portões.
A nota diz ainda que o grupo foi encaminhado a uma sala extra para facilitar o processo de identificação dos candidatos. Mesmo assim, o grupo preferiu não fazer a prova. Após a assinatura da ata, todos os candidatos deixaram a sala. A nota diz ainda que o grupo não teve acesso ao conteúdo da prova.
O procurador da República Edson Abdon informou que a polícia já está investigando o que pode ter sido uma manobra com o objetivo de provocar a anulação do concurso da PRF. “Recebemos uma denúncia anônima com a informação de que professores de cursos preparatórios estariam entre os candidatos envolvidos no tumulto”, revelou. Abdon adiantou que vai ouvir os fiscais da Funrio e que pretende verificar se situações semelhantes aconteceram em outros Estados.
Até ontem (22), o MPF não havia recebido nenhuma denúncia de irregularidade na aplicação das provas do concurso da PRF na Bahia.







Nenhum comentário:
Postar um comentário